segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Gramínea - Quando os campos ainda não estavam secos


Barragem da Mula (Sintra)

A maior, arriscando uma classificação é a Hordeum murinum L., com o nome vulgar Cevada das lebres, cevada dos ratos, Erva da espiga.
A mais pequena Briza maxima L. (ou media, ou minor??) com o nome vulgar de Abelhinhas, Bule-Bule, Camainhas do diabo.
Do site do herbário da Universidade de Coimbra podemos ler:
A morfologia típica de uma gramínea é muito semelhante em todas as espécies: um caule geralmente oco, com nós engrossados, no qual se inserem as folhas com uma forma tendencialmente linear, e de nervação paralela (em todas as espécies portuguesas). Estas folhas têm uma morfologia muito típica: a parte proximal forma uma bainha que envolve parte do caule, a qual termina no limbo foliar. Na articulação entre estas duas partes existe um prolongamento – a lígula – em forma de membrana ou de uma fiada de pêlos.
Porém, a característica mais marcante desta família reside na morfologia da flor. Esta é um exemplo de redução floral fantástico. Entenda-se por “redução”, o processo evolutivo que conduz à perda de estruturas que, outrora funcionais, terão perdido a sua função e, como tal, razão de existir.
A sua aparente simplicidade estrutural fez com que se tenham considerado as gramíneas como plantas primitivas. Essa ideia está, contudo, ultrapassada.

2 comentários:

Bianca Pardim disse...

Olá, parabéns pelo Blog!
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Um grande abraço!
Cordialmente, Bianca Pardim.

Jorge Pardim disse...

Parabéns pelo artigo!
Conteúdo muito bom e de fácil entendimento!
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