Quarta-feira, 22 de Maio de 2013



Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno
Serge Latouche

Editora:
Edições 70
Coleção:
Extra Coleção
Tema:
Filosofia
Ano:
2012
Reimpressão

Livro de capa mole

ISBN 9789724416465 | 160 págs.
Peso: 0.200 Kg


Preço 13,00€ 

Ainda não acabei o livro, a mudança passa por muitas questões aqui abordadas.

A mudança de mentalidades é que vai durar muito mais tempo.

Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

1 2 3 Citrinos

Da esquerda para a direita, Pomelo (Citrus maxima), laranja comum (Citrus sinensis) e Kumquat (Fortunella japonica).

1 - Encontrei este pomelo, 1,6 kg, numa mercearia chinesa, estava bem embalado e arrisquei, nunca tinha provado.
À cor amarela nde um citrino associo a sensação de acidez, não é o caso, o fruto tem casca grossa (esqueci-me de o fotografar aberto) os gomos são quase brancos e a sua estrutura é semelhante à da laranja, com uma diferença, existem pequenos sacos  em cada gomo, no caso da laranja a sua pele é muito fina e ao abrir-se, do gomo escorre normalmente sumo, no caso do pomelo abre-se o gomo e não sai sumo e esses pequenos sacos, que neste caso são maiores conseguem-se individualizar, dando inicialmente uma sensação de secura, que passa, ao degustá-lo, ficando também na dúvida se isto é regra.
O sabor, nada ácido, lembra levemente o sabor da toranja, mas tem "uma personalidade própria".
As sementes sem simetria e disformes, vou tentar germiná-las...

2 - Uma laranja comprada num supermercado aparentando ser o que conheço como "laranja da baía", devido à concentração dos pequenos gomos junto da base.

3 - Produção própria, estou a ficar espantado como este citrino, é resistente e a quantidade de fruta produzida em relação ao tamanho da planta é grande (a altura máxima do Kumquat é cerca de 2 m).
Neste citrino a casca, é a parte mais doce, não sei se é por não ter esperado o suficiente, mas com a polpa tem vindo sempre ácida, mas comestível.
A essência das suas flores tem um padrão específico na perfumaria, não sei se é por isso ou por ser uma planta exótica, nenhuma bicharada o tem atacado, até ao momento.

Sexta-feira, 3 de Maio de 2013

Ralph Waldo Emerson


 Um dos autores inspiradores de Henry Thoreau, que tentarei ir comentando

Da contra capa do livro

         Emerson (1803-1882) não é apenas o filósofo do optimismo do século XIX que fez Nietzsche referir a "sua alegria benévola e repleta de de espírito que desarma a "seriedade"".
        Emerson foi também um defensor do sentimento da natureza e o seu conceito de confiança em si deu à América uma nova identidade cultural.
         A sua visão do homem e da Natureza é hoje de uma espantosa modernidade. Ainda segundo Nietzsche, Emerson "não se dá conta em que medida é já antigo e em que medida ainda será jovem no futuro".
 
Ano de edição: 2009
ISBN: 9789896411220
Número de páginas: 144




Quarta-feira, 10 de Abril de 2013

Caminhada 22

[...] A vertente Oeste de cada bosque e todos os terrenos elevados reluziam como os confins dos Elíseos, e o sol nas nossas costas parecia um gentil pastor que nos conduzia ao lar ao fim da tarde. Assim vagueamos para a Terra Santa, até ao dia em que o sol brilhe mais do que nunca e reluza também nos nossos corações e espíritos, iluminando a vida num grande e radiante despertar, tão quente, tranquilo e dourado como uma colina no Outono.
(pag. 82) FIM

Sexta-feira, 5 de Abril de 2013

Caminhada 21

[...] É anacrónica a filosofia que não nos manda escutar o cantar do galo nos celeiros das redondezas.
(pag. 79)