Evax pygmaea
Amador ...que ou o que ama ...que ou quem se dedica a uma arte ou um ofício por gosto ou curiosidade, não profissional ...que ou aquele que ainda não domina a actividade a que se dedicou, revelando-se inábil, incompetente
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quarta-feira, 12 de junho de 2019
Uma supresa no chão do pinhal
À primeira vista parecia que alguém tinha perdido missangas, embora esteja dispersa por todo o pais, é a primeira vez que a observo, notem o factor de escala comparada com o tamanho duma agulha de pinheiro ao lado
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Tupinambo
O Topinambo (Helianthus tuberosus L.) que tenho plantado anualmente, dão uns tubérculos que no máximo têm o dobro do diâmetro duma moeda de 1€.
Hoje nos Supermercado Brio (de produtos biológicos), em Carnaxide, encontrei estes topinambos da fotografia.
Ainda tentei saber o método de plantação e o tipo de terreno mas não obtive informação.
O sabor é idêntico aos meus pequenos topinambos.
Diferentes da maioria dos tubérculos, porém em comum com os outros membros da família Asteraceae ( incluindo a alcachofra ), os tubérculos armazenam, em vez de amido, a inulina, um Carboidrato que, por meio da cocção, se decompõe em moléculas de frutose. Por esta razão é uma fonte importante de frutose para a indústria.(Wikipedia).
(Na fotografia a moeda de 1€ serve de escala)
Hoje nos Supermercado Brio (de produtos biológicos), em Carnaxide, encontrei estes topinambos da fotografia.
Ainda tentei saber o método de plantação e o tipo de terreno mas não obtive informação.
O sabor é idêntico aos meus pequenos topinambos.
Diferentes da maioria dos tubérculos, porém em comum com os outros membros da família Asteraceae ( incluindo a alcachofra ), os tubérculos armazenam, em vez de amido, a inulina, um Carboidrato que, por meio da cocção, se decompõe em moléculas de frutose. Por esta razão é uma fonte importante de frutose para a indústria.(Wikipedia).
(Na fotografia a moeda de 1€ serve de escala)
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Ainda em flor
O Almeirão (Cichorium intybus var intybus) é uma variedade da chicória, ainda se encontra em flor, é
quando começa a florir que se deve
deixar de comer as folhas, nessa altura muito amargas, pode-se começar então, a
comer as suas pétalas
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Perpétua das areias (erva caril) (2).
Helichrysum
italicum ((Rth.) Don.
(Asteraceae) é um ícone na flora do Mediterrâneo.
O uso dos seus óleos essenciais
em glamorosos perfumes e produtos de beleza tornou esta planta num ícone do
luxo e da moda.
A distribuição do H. italicum estende-se por todo o
Mediterrâneo, as suas propriedades nõ se limitam às fragrâncias que produz e
podem beneficiar também a saúde humana.
Neste contexto H. Italicum pode ser visto como um
gigante adormecido da medicina tradicional (“herbal”, no original) do
Mediterrâneo e os seus extractos têm o potencial de serem desenvolvidos como ingredientes
de suplementos diatéticos tal como os seus óleos essenciais têm sido usados com
sucesso na perfumaria e na aromaterapia.
Acordar este gigante não
será simples, mas os estudos recentes têm fornecido as bases para o
renascimento do Helichrysum.
O artigo que aqui traduzo
de forma livre do inglês, apresenta a fascinante faceta etnobotânica do H.
italicum sob a luz da moderna investigação molecular dos seus constituintes,
dos alvos farmacêuticos, descrevendo com o devido relevo os estudos intensivos
levados a cabo desde 1930, em Itália pelo investigador, Leornado Santini.
(Continua)
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
O gigante adormecido da medicina tradicional mediterrânea
É o título de um artigo publicado
na Herbalgram do Amerian Botanical Council em 1/2/2015, 36,N.º105.
Um outro título dum artigo
com um autor comum (G Appendino, Dipartimento di Scienze del Farmaco, Novara,
Italy) diz:
Helychrysum italicum, de volta
à medicina através dos “vapores” (tinsel) do luxo, publicado na Planta Medica N.º 16, Dezembro 2015
Estamos a falar da Perpétua-das-areias ou Erva caril.
A fotografia é de Novembro, as flores embora mantendo o amarelo, já estavam praticamente secas.
As referências são
antigas, Plinio, o Velho, na sua História Natural (Caii Plinii Secundi
Historiae Naturalis Libri XXXVII) diz:
As roupas consagradas devem ser salvaguardadas com este aroma
(tradução ligeira de Vestes tuetur odore non inelegante).
Dioscorides (Materia medica 4.57,),relata também os efeitos benéficos desta planta.
Ambos os livros do sec I DC.
As roupas consagradas devem ser salvaguardadas com este aroma
(tradução ligeira de Vestes tuetur odore non inelegante).
Dioscorides (Materia medica 4.57,),relata também os efeitos benéficos desta planta.
Ambos os livros do sec I DC.
Actualmente as marcas de
perfumes internacionais, dão razão a Plínio , e assim o Homme da Van Cleef &Arpels, o Magie Noire da Lancôme e Femme da Rochas (passe a publicidade) utilizam
a essência da perpétua das areias para confeccionar estes perfumes.
Em termos de investigação,
constroem-se modelos para conseguir definir a complexidade das moléculas que
podem ser obtidas a partir destas plantas, o estudo começou em Itália com o
Professor Leonardo Santini (1904—1983) e continuam com interesse actual que as novas
técnicas de análise permitem aprofundar.
Em termos etnobotânicos (o
uso de plantas através de tradição ao longo dos tempos) ele é aplicado em
problemas respiratórios e digestivos.
A quantidade a utilizar é
pequena quando se faz um chá.
Do nome erva-caril,
utilizo-a para fazer arroz, só temperado com esta erva, para quatro pessoas,
quatro folhas são suficientes para dar um aroma próximo ao do caril, mas muito
mais leve.
Voltarei a esta planta.
Voltarei a esta planta.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Nobel da Medicina
O Prémio Nobel da Medicina deste ano, surpreendeu-me. As descobertas que deram origem ao Nobel devem-se a vermes descobertos no solo duma floresta e a uma planta, artemisia annua, (falei dela aqui em 2006) que figura num livro de medicina tradicional chinesa do ano 340 ac.
Diz a comissão Nobel (via Público edição 5/10/2015)
O prémio Nobel da Medicina de 2015 foi atribuído esta
segunda-feira aos investigadores William Campbell e Satoshi Omura "pelas
suas descobertas acerca de um tratamento inédito contra as infecções causadas
por parasitas nemátodos"; e à cientista Tu Youyou, "pelas suas
descobertas acerca de um tratamento inédito contra a malária", anunciou o
comité do Nobel no Instituto Karolinska, em Estocolmo (Suécia).
E mais à frente
A história
das duas descobertas envolve bactérias que vivem enterradas no solo e plantas
cujas propriedades terapêuticas estavam também elas “enterradas” em misteriosos
e antigos compêndios de medicina tradicional chinesa. E põe assim em evidência
o potencial dos compostos presentes na natureza para combater as doenças
humanas.
E viva a biodiversidade
deste planeta…
Falta fazer um elogio muito grande ao trabalho de persistência e pesquisa dos investigadores.
Falta fazer um elogio muito grande ao trabalho de persistência e pesquisa dos investigadores.
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