terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Confúcio



Que os novos tratamentos se consideram benéficos, não significa que os antigos foram ineficazes. Se os nossos honráveis e louváveis antepassados não se tivessem curado das suas doenças, eu não estaria aqui hoje.

Confúcio (551-479  ac)
(Tradução livre do espanhol)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Leituras



(no prefácio)
1º edição 2014
Distribuído em Portugal Pela Europa - América


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Azeitonas...mas com 22 semanas de vida



Um creme com pasta de azeitonas apresenta propriedades anti-inflamatórias. Os testes clínicos foram realizados em inflamações, no joelho e na mão, com a aplicação três vezes ao dia durante três semanas. Verificaram-se melhoras em todos os doentes.
Neste estudo analisou-se a variação da composição da azeitona durante o seu desenvolvimento, chegando-se à conclusão que é quando a azeitona tem 22 semanas de tempo de vida que existe uma maior variedade e concentração de componentes anti-inflamatórios.
A partir de agora tenho que começar a registar a queda da flor das oliveiras… porque o reumático mais tarde ou mais cedo toca a todos…

O artigo que cito de revistas da especialidade (PlantMed), que normalmente aqui refiro.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Estou lendo...



Foi reimpresso Pela DinaLivro O Manual do Arquiteto Descalço, é um livro para repensar a nossa casa comum.
Não devia dizer mas este livro é facilmente obtido em pdf na net. Mas vale a pena comprá-lo, pelo trabalho que o Instituto TIBÁ desenvolve e que pode ser seguido no Facebook em:
A apresentação do livro começa assim
O arquiteto Johan van Lengen é muito mais que um arquiteto. É um construtor de comunidades. Desde a fundação do TIBÁ, Instituto de Tecnologia Intuitiva e Bio-Arquitetura, van Lengen tem-se destacado no Brasil como uma voz a ser respeitada quando se discute a integração do ser humano em harmonia com o ambiente em que vive.

O diferencial de va Lengen está na forma como apresenta as suas ideias. Com um discurso positivo e direto, coloca o homem no centro da disputa, chamando para nós mesmos a responsabilidade pela construção do futuro.

E a essa responsabilidade não podemos fugir, por mais que muitos tenham os olhos voltados apenas para o progresso acelerado, sem dar importância às devastações deixadas pelo caminho. Se o progresso como um todo, na cidade ou no campo, não corresponde às aspirações humanas globais, não será caso para reduzir o ritmo? É uma questão para refletir. O trabalho de van Lengen é um magnífico estimulante para esta reflexão tão importante…