[...] Uma paisagem nunca vista é uma grande felicidade , e em cada volta há sempre algo novo.
(pag. 25)
Amador ...que ou o que ama ...que ou quem se dedica a uma arte ou um ofício por gosto ou curiosidade, não profissional ...que ou aquele que ainda não domina a actividade a que se dedicou, revelando-se inábil, incompetente
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Caminhada (4)
[...] Além disso, deveis caminhar como um camelo, tido pelo único animal capaz de ruminar e caminhar simultaneamente.
(pag. 22)
(pag. 22)
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Caminhada (3)
[...] Mas as caminhadas de que falo em nada se parecem com exercício físico,como geralmente o entendemos. Não são como um remédio que os doentes tomam a horas certas, nem como os halteres para desenvolver os músculos. São, isso sim, um afazer e uma aventura diária por si só. Se quereis fazer exercício, parti em busca da fonte da vida.
(pag. 22)
sábado, 29 de dezembro de 2012
Caminhada (2)
Quero dizer algumas palavras em nome da Natureza, da liberdade absoluta e do estado selvagem, por contraste com a liberdade e a cultura meramente civilizadas, com o intuito de ver no homem um habitante, uma parte ou para parcela da Natureza, e não um mero membro da Sociedade.
(pag. 15)
- titulo original Walking
- Editora Antígona
- tradução Maria Afonso
- páginas 83
- ano 2012
- edição 1.ª
- preço 12,00 €
- isbn 978-972-608-225-5
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Caminhada (1)
Derradeira exposição das ideias de Thoreau sobre o homem e a natureza, Caminhada foi a palestra mais proferida pelo seu autor. Intimamente ligada a Walden ou a Vida nos Bosques
pela temática, foi apontada por Thoreau como um dos seus trabalhos
seminais. O impacto da obra é indissociável da qualidade visionária das
suas linhas, que lhe valeu o estatuto contemporâneo de ensaio basilar
para os movimentos ecologistas. Nos primórdios da industrialização
americana, Thoreau entrevia já os perigos da sociedade materialista: a
distorção das necessidades básicas do homem e o alheamento do mundo
natural e da sua espiritualidade. O percurso físico que o autor advoga
é, afinal, uma viagem interior, rumo a uma existência reduzida ao
essencial e em liberdade. (in Antigona)
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