Amador ...que ou o que ama ...que ou quem se dedica a uma arte ou um ofício por gosto ou curiosidade, não profissional ...que ou aquele que ainda não domina a actividade a que se dedicou, revelando-se inábil, incompetente
[...] Hoje, muitas pessoas só sabem reconhecer "uma árvore", sem distinguir se é um freixo, um álamo, ou um plátano; a palavra "pássaro" é a única que a maioria pode aplicar a uma águia, um falcão, ou um milhafre; e uma "rocha" é a única coisa que se vê, em vez de identificar se é granito, grés, ou calcário. Com este vocabulário, a contemplação da Natureza acaba por ser "uma passagem", por empregar um termo comum de menosprezo por qualquer visão incisiva do nosso meio. Se queremos falar sériamente de um novo paraíso a reconquistar, evidencia-se, pois, a necessidade de uma "revolução mental", de uma mudança de atitudes perante o conhecimento e a cultura [...]
In "A Reconquista do Paraíso, para Além da Utopia", Notícias Editorial , Colecção "Mercado das Ideias"(1997)
A babosa (Aloe arborescens Mill) é muito comum em Portugal, embora a sua origem seja o Sul de África.
É um parente muito próximo do famoso Aloe Vera, (embora esta designação não seja a científica, mas sim A. BarbadensisMiller), distingue-se principalmente pela cor da flor que em vez de ser vermelha, tem a mesma forma mas é amarela.
Sem falar das inúmeras aplicações que actualmente tem o gel que se extrai das folhas do aloé, (ver na composição da maior parte dos creme de beleza ou de tratamento de pele) utilizo o gel tirado directamente da planta para a cicatrização de pequenas feridas ou queimaduras. Só uma ressalva, utilizar uma faca ou tesoura de aço inox, o contacto do gel com o ferro provoca uma reacção no gel, notando-se aliás numa cor amarelada na zona do corte. Quando se aplica deve-se utilizar o suco translúcido.
De qualquer maneira uma planta que se adapta a qualquer tipo de terreno e que por tão vulgar às vezes não damos por ela, mas que dá uma pincelada de vermelho aos Invernos sombrios.
Vou voltar a falar deles.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Foi entregue este prémio pelo blog “Serra da Adiça”. Já lhe disse que foi uma partida que me pregou, mas deu-me a oportunidade de pregar a partida a mais 7 e sei que alguns galardoados não deram seguimento …São 7 anos com 7 dias seguidos de geadas … e sem neve para animar para os que não derem seguimento (garantido pelo Borda d’Água).
A sério, é-me difícil seleccionar blogs , porque admiro muitos dos que sigo, optei por mencionar os da área da nomeação e por blogs que estejam mais ou menos “em dia”,. De qualquer maneira nos que menciono, admiro o trabalho realizado pelos autores, e que assim este “prémio” sirva como um Olá, bom trabalho e continuem sempre
Até prova em contrário este será o Psidium Cattleyanum, Sabine, porque tenho dúvidas quanto à classificação, tal como o araçá amarelo.
Além dos dois de que já falei, existe um terceiro que dá uns frutos com a cor entre o laranja e o vermelho. Esta variedade quando o fruto está bem maduro, é de um tom roxo muito escuro.
Das três variedades que eu conheço é a menos ácida, mas deve-se comer quando está bem maduro, para quem não gosta de frutas ácidas.
É uma planta muito resistente e tolera bem as geadas, podendo nos Invernos mais frios perder as folhas todas, mas volta a rebentar na Primavera seguinte.
Resiste também muito bem à seca e vegeta em terrenos pobres. O tamanho do fruto depende da quantidade de água fornecida durante a maturação.
Descobri que em Cuba se faz uma bebida considerada excelente, composta por polpa de araçá açucar, leite e sal. Não tenho a receita só a referência a estes componentes para a receita, é para se ir experimentar.