Amador ...que ou o que ama ...que ou quem se dedica a uma arte ou um ofício por gosto ou curiosidade, não profissional ...que ou aquele que ainda não domina a actividade a que se dedicou, revelando-se inábil, incompetente
sábado, 17 de janeiro de 2009
Já lhe disse que foi uma partida que me pregou, mas deu-me a oportunidade de pregar a partida a mais 7 e sei que alguns galardoados não deram seguimento …São 7 anos com 7 dias seguidos de geadas … e sem neve para animar para os que não derem seguimento (garantido pelo Borda d’Água).
A sério, é-me difícil seleccionar blogs , porque admiro muitos dos que sigo, optei por mencionar os da área da nomeação e por blogs que estejam mais ou menos “em dia”,. De qualquer maneira nos que menciono, admiro o trabalho realizado pelos autores, e que assim este “prémio” sirva como um
Olá, bom trabalho e continuem sempre
Aqui vai a minha nomeação:
Paixão dos sentidos
Quinta do sargaçal
Quinta dos moinhos
Blog dos cheiros
Cores da Terra
Trumbuctu
Pilriteiro
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Reflorestação
Um Manual simples e com as ideias básicas de propagação e sustentabilidade.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Araçá vermelho
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Vinicius de Moraes
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos –
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos –
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez, de amor
Uma prece por quem se vai –
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte –
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
"Antologia Poética", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 147.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Uva-japonesa
Já aqui falei da uva-japonesa.
Chegou a vez de apresentar o “fruto”, fruto entre aspas porque não sei se é fruto ou pé do fruto, o nome que se deve aplicar ao que se come. A árvore é de folha caduca e dei conta deles, depois da queda das folhas.
A árvore dá “uma espécie” de cachos de uvas com bagas na ponta. As bagas não se comem, mas contêm as sementes. O que se come é o correspondente ao engaço do cacho de uvas, ou seja o pedúnculo que suporta os bagos. Neste caso o pedúnculo é composto por uma matéria com a consistência da maçã.
O sabor, porque foi a primeira vez que o provei (só me tinham enviado as sementes), é doce ou mesmo muito doce, o sabor que se associa de imediato é de passa de uvas ou então aquelas uvas moscatel muito doces em ano de seca.
No Brasil chamam-lhe pauzinho doce. Um nome apropriado

