Dados do IPMA
Março 2017
Amador ...que ou o que ama ...que ou quem se dedica a uma arte ou um ofício por gosto ou curiosidade, não profissional ...que ou aquele que ainda não domina a actividade a que se dedicou, revelando-se inábil, incompetente
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sábado, 15 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Tempo quente em Portugal continental
IPMA 12/4/2017
O período 1 a 11 de abril 2017 caracterizou-se por valores altos da temperatura máxima, muito superiores aos valores normais para este mês.
No período de 1 a 11 de abril, em Portugal Continental, os valores médios da temperatura máxima, média e mínima do ar foram de 23.9°C, 15.9°C e 7.9°C, respetivamente. A estes valores corresponderam anomalias de +5.7°C, +2.7°C e -0.2°C relativamente aos valores médios no período 1971-2000. Em particular, os valores de temperatura máxima estiveram persistentemente muito acima do normal desde o dia 2.
O dia 11 foi o mais quente, com o valor de 18.9°C de temperatura média, seguido do dia 10, com 18.6°C. Relativamente à temperatura máxima, no dia 11, o valor médio em Portugal continental foi o mais alto do período, 28.0°C, superior aos 26.7°C do dia 10. No caso da temperatura mínima o valor médio no país no dia 10 foi superior ao do dia 11, 10.2°C e 9.8°C, respetivamente.
De realçar que nos dias 10 e 11 de abril valores de temperatura máxima superiores a 25°C (dias de verão) observaram-se em cerca de 87 % do território; valores de temperatura máxima superiores a 30°C (dias quentes) registaram-se no dia 10 em 6 estações da rede do IPMA; nestes locais a temperatura mínima variou entre 6.8°C (Cabeceiras de Basto) e 9.3°C (Pinhão). No dia 11 observaram-se dias quentes em 15 estações; nestes locais a temperatura mínima variou entre 5.0°C (Coruche) e 10.5°C (Coimbra/Bencanta).
No dia 11 foi registado o maior valor da temperatura máxima, 32.5°C, em Mora e o maior valor da temperatura mínima, 15.9°C, em Portalegre. Neste dia apenas em mais 3 estações (Lisboa, Lavradio e Proença-a-Nova) os valores da temperatura mínima foram superiores a 15°C. No dia 2, em Miranda do Douro ocorreu o menor valor da temperatura mínima, -1.2°C.
Durante este período quente, destaca-se a ocorrência de uma onda de calor que abrange quase todo o território (exceção para o Algarve e alguns locais das regiões do litoral ocidental) cuja duração, a 11 de abril, varia entre 9 e 10 dias; de acordo com os valores previstos de temperatura máxima, esta onda poderá prolongar-se por mais alguns dias, em particular nas regiões do interior.
Nos últimos 7 anos verificaram-se períodos muito quentes na primeira quinzena de abril nos anos de 2011, 2014 e 2015.
O período 1 a 11 de abril 2017 caracterizou-se por valores altos da temperatura máxima, muito superiores aos valores normais para este mês.
No período de 1 a 11 de abril, em Portugal Continental, os valores médios da temperatura máxima, média e mínima do ar foram de 23.9°C, 15.9°C e 7.9°C, respetivamente. A estes valores corresponderam anomalias de +5.7°C, +2.7°C e -0.2°C relativamente aos valores médios no período 1971-2000. Em particular, os valores de temperatura máxima estiveram persistentemente muito acima do normal desde o dia 2.
O dia 11 foi o mais quente, com o valor de 18.9°C de temperatura média, seguido do dia 10, com 18.6°C. Relativamente à temperatura máxima, no dia 11, o valor médio em Portugal continental foi o mais alto do período, 28.0°C, superior aos 26.7°C do dia 10. No caso da temperatura mínima o valor médio no país no dia 10 foi superior ao do dia 11, 10.2°C e 9.8°C, respetivamente.
De realçar que nos dias 10 e 11 de abril valores de temperatura máxima superiores a 25°C (dias de verão) observaram-se em cerca de 87 % do território; valores de temperatura máxima superiores a 30°C (dias quentes) registaram-se no dia 10 em 6 estações da rede do IPMA; nestes locais a temperatura mínima variou entre 6.8°C (Cabeceiras de Basto) e 9.3°C (Pinhão). No dia 11 observaram-se dias quentes em 15 estações; nestes locais a temperatura mínima variou entre 5.0°C (Coruche) e 10.5°C (Coimbra/Bencanta).
No dia 11 foi registado o maior valor da temperatura máxima, 32.5°C, em Mora e o maior valor da temperatura mínima, 15.9°C, em Portalegre. Neste dia apenas em mais 3 estações (Lisboa, Lavradio e Proença-a-Nova) os valores da temperatura mínima foram superiores a 15°C. No dia 2, em Miranda do Douro ocorreu o menor valor da temperatura mínima, -1.2°C.
Durante este período quente, destaca-se a ocorrência de uma onda de calor que abrange quase todo o território (exceção para o Algarve e alguns locais das regiões do litoral ocidental) cuja duração, a 11 de abril, varia entre 9 e 10 dias; de acordo com os valores previstos de temperatura máxima, esta onda poderá prolongar-se por mais alguns dias, em particular nas regiões do interior.
Nos últimos 7 anos verificaram-se períodos muito quentes na primeira quinzena de abril nos anos de 2011, 2014 e 2015.
terça-feira, 21 de março de 2017
Inverno passado
Inverno 2016/2017 Fonte (IPMA - 20 Março 20179
O inverno 2016/2017 (Dezembro, Janeiro e Fevereiro) em Portugal Continental classificou-se como normal em relação à temperatura e seco quanto à quantidade de precipitação.
A temperatura média no trimestre foi de 9.91°C, superior em +0.30°C relativamente ao normal. O valor médio da temperatura máxima, 14.86°C, foi superior ao valor normal, com uma anomalia de +1.06°C, sendo o 4º valor mais alto desde 1931. O valor médio da temperatura mínima do ar, 4.95°C, foi inferior ao valor normal, com uma anomalia de -0.48°C.
O valor médio da quantidade de precipitação no trimestre dezembro-fevereiro, 242.5 mm, foi inferior ao valor médio correspondendo a 69 % do valor normal.
De destacar no inverno de 2016/2017:
• No dia 19 de janeiro foram ultrapassados os anteriores maiores valores absolutos da temperatura mínima do ar em estações meteorológicas automáticas com séries de cerca de 20 anos;
• Entre 14 e 26 de janeiro observou-se uma onda de frio com duração de 6 a 12 dias, em alguns locais das regiões do Centro e litoral da região Sul;
• Entre os dias 1 e 4 de fevereiro ocorreram valores de rajada superiores a 100 km/h em alguns locais das regiões Norte e Centro. O valor mais elevado ocorreu na estação meteorológica da Guarda às 04:20 UTC, 129.6 km/h, valor que ultrapassou o anterior máximo (129.2 Km/h em 23 de janeiro de 2009);
• Inundações no dia 11 de fevereiro no sotavento Algarvio, e em particular no concelho de Vila Real de Santo António. Valor máximo em 1h de 57.8 mm entre as 18 e 19 UTC;
• Queda de neve em todos os meses do trimestre sendo de realçar o dia 19 de janeiro com relatos de queda de neve fraca no sotavento algarvio (S. Brás de Alportel e Serra do Caldeirão);
• No final de dezembro 78% do território estava em seca fraca; final de janeiro 95% do território em seca fraca e 3% em seca moderada; final de fevereiro diminuição significativa da área em seca, ficando apenas 57% do território em seca fraca.
Salir do Porto
O inverno 2016/2017 (Dezembro, Janeiro e Fevereiro) em Portugal Continental classificou-se como normal em relação à temperatura e seco quanto à quantidade de precipitação.
A temperatura média no trimestre foi de 9.91°C, superior em +0.30°C relativamente ao normal. O valor médio da temperatura máxima, 14.86°C, foi superior ao valor normal, com uma anomalia de +1.06°C, sendo o 4º valor mais alto desde 1931. O valor médio da temperatura mínima do ar, 4.95°C, foi inferior ao valor normal, com uma anomalia de -0.48°C.
O valor médio da quantidade de precipitação no trimestre dezembro-fevereiro, 242.5 mm, foi inferior ao valor médio correspondendo a 69 % do valor normal.
De destacar no inverno de 2016/2017:
• No dia 19 de janeiro foram ultrapassados os anteriores maiores valores absolutos da temperatura mínima do ar em estações meteorológicas automáticas com séries de cerca de 20 anos;
• Entre 14 e 26 de janeiro observou-se uma onda de frio com duração de 6 a 12 dias, em alguns locais das regiões do Centro e litoral da região Sul;
• Entre os dias 1 e 4 de fevereiro ocorreram valores de rajada superiores a 100 km/h em alguns locais das regiões Norte e Centro. O valor mais elevado ocorreu na estação meteorológica da Guarda às 04:20 UTC, 129.6 km/h, valor que ultrapassou o anterior máximo (129.2 Km/h em 23 de janeiro de 2009);
• Inundações no dia 11 de fevereiro no sotavento Algarvio, e em particular no concelho de Vila Real de Santo António. Valor máximo em 1h de 57.8 mm entre as 18 e 19 UTC;
• Queda de neve em todos os meses do trimestre sendo de realçar o dia 19 de janeiro com relatos de queda de neve fraca no sotavento algarvio (S. Brás de Alportel e Serra do Caldeirão);
• No final de dezembro 78% do território estava em seca fraca; final de janeiro 95% do território em seca fraca e 3% em seca moderada; final de fevereiro diminuição significativa da área em seca, ficando apenas 57% do território em seca fraca.
quarta-feira, 15 de março de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 4 de maio de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
O segundo arco-íris
Disseram-me já á alguns anos, que era possível surgirem dois arco-íris no céu, em termos teóricos, tudo bem, o arco-íris é o resultado da luz branca refractada nas gotas de água da chuva e após este podia se refractada novamente, nova cortina de chuva, como cada cor tem uma velocidade diferente, a ordem das cores aparecia invertida no segundo arco-íris.
A questão é que
andei muito tempo a tentar ver os dois arco-íris no céu e era sempre só um.
Este ano já vi três vezes este fenómeno, só consegui fotografar o último, a fotografia não é de muito boa qualidade mas se repararem bem existe um segundo arco-íris à direita do primeiro com menos intensidade das cores.
Este ano já vi três vezes este fenómeno, só consegui fotografar o último, a fotografia não é de muito boa qualidade mas se repararem bem existe um segundo arco-íris à direita do primeiro com menos intensidade das cores.
Consequência da
alteração do clima?
Ou pegando na linguagem
simbólica do Génesis, estará Deus disposto a uma segunda aliança com este Mundo
virado do avesso?
Quando eu trouxer nuvens sobre a terra e nelas
aparecer o arco-íris, então me lembrarei da minha aliança com vocês e com os
seres vivos de todas as espécies.
Génesis 9:14,15
Génesis 9:14,15
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Aranhas e cheias
Nas áreas afetadas pelas cheias (KN Shah, próximo de Dadu, na província paquistanesa de Sindh). O avanço das cheias foi muito lento, e as aranhas tiveram tempo de subir às árvores, o tempo das cheias também foi superior ao normal, as aranhas ficaram.Na zona não há lembrança de ter tal ter acontecido.
O número de mosquitos decresceu bastante e o risco da malária também.
O facto de não haver memória viva (apx 75 anos) ou memória escrita (apx 5000 anos) não é nada comparado com a idade da terra, a questão é cada vez mais surgirem fenómenos extremos
como consequência de registos climáticos novos.
Foto de 7 de dezembro de 2010 retirada de Scenes From Pakistan
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Ilha da Madeira
(In Diário de Notícias)
Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento, mas ninguém diz que as margens, que o oprimem, são violentas.
Bertold Brecht (1898 -1956)Lembrei-me desta citação, sei que foi um recorde nacional, no Pico do Areeeiro cerca de 185 litros por metro quadrado, que é uma hora de desgraça para muitos portugueses, mas ...mas...
terça-feira, 25 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Cana de açucar
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Papoila
Não está no meio duma seara de trigo, é verdade.
E para os que acham que o clima de Portugal não está a mudar também se pode chegar à conclusão que um campo de coentros favorece a floração das papoilas fora de época.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Ainda o aquecimento, agora a sério
Além do frio que só começou esta semana,por estes lados, posso ter cometido o erro de a ter podado cedo demais (principio de Dezembro)
Originária da Japão, também chamada pera asiática, tem um sabor e uma textura bem diferentes das peras que conheço.
A primeira vez que a provei foi comprada no supermercado, não achei nada interessante, até para o maçudo.Este ano, esta árvore deu deu dois frutos, apanhados da árvore e comido são uma delícia.
Não sei se o efeito negativo que tive ao provar a fruta comprada seria do armazenamento em frio ou se se tratam de variedades diferentes.
É uma árvore bastante resistente, tanto ao frio como a diferente tipos de solos. A imensa fauna de insectos que costuma atacar as árvores ainda a desconhece. Não tive nenhum tipo de problemas na floração e maturação, só um ataque de fungos no cair da folha.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Eau de plage
Decompondo-se à medida que é libertado fornece partículas em torno das quais as nuvens se condensam. Uma vez que as nuvens reflectem os raios solares da Terra, o DMS, afecta também a temperatura do planeta.
A. R. Williams in National Geographic
Meio a brincar, meio a sério: No protocolo de Quioto ainda não há quotas para o DMS, aproveitem
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Graviola
Mais uma vítima do frio, a graviola, Annonna muricata L..
Neste ponto, da germinação já tinha falhado duas vezes com esta espécie. Desta vez fiz uma mistura em parte iguais de areia, turfa e terra argilosa com um pouco de estrume de cavalo bem curtido, o vaso esteve sempre à sombra. Germinaram bem, mas só em finais de Maio, ou seja com tempo quente.
Esta espécie não é de maneira nenhuma indicada para o nosso clima, é uma planta típica de clima tropical húmido.
O meu interesse nesta planta é tentar a enxertia na A. cherimola, que se dá bem no nosso clima, na tentativa de mlhorar os frutos, já que o
fruto esta anona tem em média três quilos, chegando a ser referidos frutos com 7 kg. É referido também, que o sabor não é tão bom como na A. cherimola, embora nunca tenha provado este fruto. O meu lado optimista diz que os pequenos troncos ainda não estão completamente secos e a temperatura mínima começou a subir.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Massala ou Maboque
No caso da fotografia acima , é o estado em que está parte da sementeira do maboque . Pensei que poderia sobreviver cá, mas foi a primeira tentativa (é o meu lado optimista).
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